Olá pessoal! Nesses últimos dias ando a todo vapor! Haha
Eu e o CMDCA de Araçatuba(Conselho Municipal dos Direitos da Criança e Adolescente), estamos organizando o Encontro Municipal dos Direitos Humanos da Criança e Adolescente. Isso é muito bom! Crianças e adolescentes se unem ao Governo na construção de políticas públicas! Uma participação cidadã ativa que tem gerado muitos frutos.
Nesse texto que compartilho aqui com vocês, discorro sobre o papel do adolescente e do jovem como cidadão, algo que anda muito apagado, ofuscado pelas más notícias dos jornais e por um preconceito em relação ao Estatuto da Criança e Adolescente (algo que tratarei aqui em outro post).
Meu desejo é que através do que eu escrevo, mentes sejam abertas, esclarecidas e avivadas para exercer o propósito que todos nós temos: o de cidadãos.
Eu e o CMDCA de Araçatuba(Conselho Municipal dos Direitos da Criança e Adolescente), estamos organizando o Encontro Municipal dos Direitos Humanos da Criança e Adolescente. Isso é muito bom! Crianças e adolescentes se unem ao Governo na construção de políticas públicas! Uma participação cidadã ativa que tem gerado muitos frutos.
Nesse texto que compartilho aqui com vocês, discorro sobre o papel do adolescente e do jovem como cidadão, algo que anda muito apagado, ofuscado pelas más notícias dos jornais e por um preconceito em relação ao Estatuto da Criança e Adolescente (algo que tratarei aqui em outro post).
Meu desejo é que através do que eu escrevo, mentes sejam abertas, esclarecidas e avivadas para exercer o propósito que todos nós temos: o de cidadãos.
Um outro capítulo de Anos Rebeldes
1992.
Estudantes saem às ruas em protesto contra a corrupção. O então presidente
convocou a nação para que fosse às ruas de verde e amarelo. Não deu. A juventude
usou o preto. Começa aí a morte da “Era Collor”.
O que mais
impressiona nesta história, além da força e rebeldia da juventude convertidas
para o bem, é que foi esse mesmo presidente que sancionou a lei n. 8069/1990,
que gerou a criação do ECA (Estatuto da Criança e do Adolescente).
Mesmo assim,
os estudantes, apoiados pela UNE, partidos políticos e pelo Movimento pela
Ética na Política, pressionaram o governo e conseguiram o impeachment, vibrando a cada voto favorável, num protesto contra a
corrupção.
Hoje, Collor,
impedido de se eleger durante quatro anos, é senador pelo estado de Alagoas.
Hoje, Lindberg Farias, o presidente da UNE na época, também é senador,
envolvido em denúncias de corrupção.
E o que os
nossos estudantes de hoje fazem? A época de nossos pais era mais consciente.
Eles ajudaram a construir tudo o que estamos vivendo hoje, toda a ascensão do
país, porque pensaram num futuro.
Nossos
movimentos estudantis, principalmente os do interior brasileiro, muitos estão
inativos ou não são apoiados. E enquanto isso, aparecem mais nomes e escândalos
nos jornais, que ainda vão em “forma” de atualidades para provas de concursos e
vestibulares.
Em 1992, os
jovens, inspirados pela minissérie global “Anos Rebeldes”, e por ideais
imutáveis, a justiça e democracia, diziam que estavam escrevendo um novo
capítulo da minissérie.
Hoje, minorias
inspiradas pelos grandes movimentos históricos tentam reverter a atual
situação. Projetos como o “Se liga 16!”, da UBES (União Brasileira dos
Estudantes Secundaristas), começam uma nova onda do voto jovem consciente.
Entretanto, o
Brasil ainda sente falta da juventude da época de nossos pais, do luto em
protesto à corrupção e dos caras e das caras-pintadas.
Até a próxima!
Ana ;)
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