quinta-feira, 18 de julho de 2013

Direito à Educação: Malala Yousafzi

Olá amigos do blog!

Posso dizer que Malala Yousafzi é a menina mais corajosa de que já ouvi falar.  Enfrentou o Talibã, e diversos representantes da várias nações.

" 'Eles pensaram que a bala iria nos silenciar, mas eles falharam', disse Malala na Assembleia de Jovens da ONU em seu aniversário de 16 anos, em um discurso no qual pediu mais esforços globais para permitir que as crianças tenham acesso a escolas.

'Os terroristas pensaram que eles mudariam meus objetivos e interromperiam minhas ambições, mas nada mudou na vida, com exceção disto: fraqueza, medo e falta de esperança morreram. Força, coragem e fervor nasceram', completou, em um discurso durante o qual recebeu muitos aplausos.

A jovem defensora da educação para meninas foi atingida na cabeça por um tiro de um extremista talibã no momento em que seguia para a escola, em um ônibus, perto de sua casa no Vale do Swat no dia 12 de outubro de 2012.

Ela recebeu tratamento médico na Grã-Bretanha, onde mora atualmente. O ataque chamou a atenção do mundo para a campanha de Malala a favor de mais oportunidades de estudo para as mulheres.

(Por UOL Notícias )


Malala em seu discurso na ONU  na sexta-feira passada (12)


"A Comissão de Educação, Cultura e Esporte (CE) deseja ouvir em audiência pública a paquistanesa ­Malala ­Yousafzai, de 16 anos, sobre a luta dela em defesa da educação.
O requerimento para o convite foi proposto por Ana Amélia (PP-RS). A jovem sobreviveu a um tiro no rosto, desferido em atentado promovido em 2012, no Paquistão, por radicais talibãs, contrários à educação escolar de mulheres. Malala foi levada para Londres, onde recebeu tratamento médico e se recuperou. Agora, ela e a família vivem em Birmingham, na Inglaterra. Há poucos dias, ao completar 16 anos, Malala discursou na Organização das Nações Unidas (ONU).
Depois do atentado, muitas famílias paquistanesas mantiveram as filhas dentro de casa. Porém, conforme agências internacionais, depois da ­recuperação de Malala e devido à continuidade da luta dela, as matrículas de meninas em escolas voltaram a crescer."

Exemplos corajosos como os de Malala nos fazem refletir: Será que estamos realmente nos dando pela causa dos direitos de crianças e adolescentes, pelo direito à educação, e tantos outros que nos são assegurados pela Declaração Universal dos Direitos do Homem, e em tantos lugares não são efetivados (no Paquistão, a maioria das mulheres são analfabetas)?

Devemos levar o Reino de Deus, seus príncipios, usar a cidadania não só a nosso favor, mas em favor de outros que não sabem ou não podem falar.

Eu quero ter a coragem de Malala, uma menina que não foi às ruas gritar e reivindicar, não participou de conferências ou debates...Ela se expôs não em causa própria, mas pela causa de milhares de garotas como ela.


Much Love!
Ana ;)



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